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SINESP (Sindicado dos Especialista do Ensino Municipal)
Inclusão e Relações Étnico-Raciais
23 de julho de 2007
A Coordenadora Pedagógica da CONVIDAPLENA Consultoria Educacional foi convidada pela diretoria do SINESP para uma palestra especial, que realizou sobre o tema “INCLUSÃO E RELAÇÕES ÉTNICOS-RACIAIS”. Sua mensagem foi a seguinte: “Pensar sobre novos paradigmas educacionais na perspectiva da educação democrática, participativa, cooperativa e, portanto, inclusiva, é promover ações coletivas que assegurem a construção de Projetos Político-Pedagógicos pautados no respeito às diferenças e na equidade de oportunidades”. A palestra, além de subsidiar os que farão o concurso na Rede Municipal de Ensino, procurou levantar as muitas questões que giram em torno da Inclusão, não só do portador de necessidades especiais, mas de todas as pessoas que pelo simples fato de existirem devem ter garantidos a inclusão social.
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O COORDENADOR PEDAGÓGICO NA LIDERANÇA DO PROCESSO EDUCACIONAL
Acreditamos que o sucesso das ações educacionais, em especial daquelas que ocorrem dentro de um espaço oficial seja público ou privado, dependa boa parte das ações de seus dirigentes, de seus gestores. Ao longo da história da Educação já presenciamos várias denominações para os organizadores de forma mais direta dentro das Unidades, nos órgãos intermediários e mesmo nos órgãos centrais, porém a carga de responsabilidade sempre muito significativa. Nos dias atuais, cabe ao Coordenador Pedagógico ou Professor Coordenador a grande responsabilidade de alavancar o sucesso da aprendizagem dos alunos sob sua responsabilidade. Mas, não será uma carga muito pesada? Como poderá uma pessoa se organizar para dar conta de uma proposta pedagógica que muitas vezes não foi construída nem por ele, nem pelos seus colegas de trabalho. E mais qual a sua relação com os demais gestores? É importante, é necessário? Onde e como deve o Coordenador alimentar-se para essa tarefa tão importante? Que concepções de educação, de ensino, de aprendizagem devem perpassar a formação de quem forma aquele que forma? Essa formação que não pode se reduzir a uma fôrma única, como pode acontecer circular e não linearmente. Numa era onde a complexidade ganha espaço, como podemos garantir sucesso? Essas e outras perguntas perpassam os nossos encontros.Abaixo, uma síntese de um dos nossos encontros das turmas anteriores: > Gestão Escolar e Coordenação Pedagógica. Onde começa! Onde termina! Como se funde! > Apurar o olhar sobre a função. > Metáfora usada: a ponte e o viaduto Viaduto – ponte alta e em geral longa. Construção destinada a transpor uma depressão, terreno, serve de passagem superior. Ponte – construção que liga dois pontos curtos. Serve para ligar pedacinhos. > Entender a gestão > Direção Escolar – Viaduto > Coordenação Pedagógica – Ponte > Gestão não é só a figura do diretor, mas o conjunto d pessoas da escola (diretor, Cp, Ad) > Dinâmica – > Desenho da mala (Vamos à praia – dois itens imprescindíveis) – a folha é rodiziada para que todos possam complementar a mala do outro. O olhar diverso sobre o mesmo objeto. A tarefa de quem articula é: ORIENTAÇÃO DA VIAGEM – ENTRE TANTAS POSIBILIDADES QUE VAMOS DECIDIR. O CP deve ter um olhar refinado para a percepção do inconcluso. Articulador. Gestão escolar não é só responsabilidade da direção escolar. Palavra que se escreve no singular, mas é plural na ação.
GESTÃO ESCOLAR: - DIGERE- Administra- digestão no sentido do repouso - GERERE = administrar – exercício de cuidar de alguma coisa - GESTIO = canção da guerra – para administrar a tensão ( gerir, administrar é estar preparado para a guerra)
Continua... |